sábado, fevereiro 5
04:13
Francisco Claudio
terça-feira, janeiro 11
12:35
Francisco Claudio
quinta-feira, janeiro 6
17:07
Francisco Claudio
domingo, dezembro 26
17:25
Francisco Claudio
E mais um dia 25 de Dezembro esta a acabar...
Diarreias mirabolantes entregam o dócil a muitos com tanto e a tristeza dos que nem pouco tem, sobrando naturalmente a felicidade de hoje ser um dia diferente para todas as raças. Até as ratazanas urbanas tem novos alimentos nos caixotes da cidade.
Mas não é cabisbaixo que concluo mais um Natal.
Rejuvenesci! Conhecem a Rua Lions de Setúbal???
Um clube setubalense com a mística toda da bela bifana ou do formoso prego, penalty?
Traçado sei á lol!
Fica dentro de uma quinta nos arredores de Setúbal, com tons alentejanos a banhar as paredes e e uns quantos pedestais em forma de arco :-). Azul e branco basta.
Casa do Gaiato de Setúbal ora ai está. São 75 rapazes, crianças e graúdos, um Padre, e duas senhoras Senhoras que em pele mais que rugosa, fazem as delícias de quem neste dia gosta de “viajar”.
Em vez de cabrito, bacalhau, borrego, leitão e claro lasanha para tantos outros :-), temos uma tábua com frango assado. Bem, dizem que estamos em crise e o franguinho de galinheiro próprio é do melhor. A cara daquelas crianças a roerem o que já não era ave deixara-me simplesmente alegre.
Estavam mesmo contentes, depois de uma noite num mini-teatro de natal organizado entre os habitantes daquela Villa.
Aos corações quentes e simples, pela lembrança que deixaram em forma de solidariedade um muito obrigado :-).
De volta as gargalhadas e desabafos, foi esplêndido o existir de uma fila indiana para descarregar uma caixa enorme de livros cuja temática era mais infantil e ver a reacção de cada Gaiato com os bonecos escarrapachados nas capas lol, os monólogos e expressões era um tanto ao ponto de contagiar.
Siga vamos ver vacas, porcos, galinhas, vitelos e mais vitelos... na bela Rua dos Lions existem pocilgas debaixo de um laranjal... Deve ser uma peada andar por lá com botins até ao pescoço, com bagos de dejectos de porco como vestígios para o CSI Tuguês lol... Enfim tudo e tanto para engraçar um verdadeiro dia de campo. Uma guitarrada com músicas de natal e lá inventámos um coro celeste junto da lareira da sala de refeições, bem dava um coro para pimbas gritadas, rock de infância e um Padre que colocava a doutrina como nome da única estrada possível hehehehe.
Dois dedos de conversas interessantes com o maioral Padre até que numa criança recém chegada aquela Villa olha para o chão para não ver que a mãe tinha acabado a sua visita e estaria de saída para uma viagem de 3 horas até casa, Odivelas concretamente.
Que queres ser?
Cozinheiro...
Portanto, 10 anos de idade e nem a primária pensava eu, só podia começar a pensar naturalmente... Temos por ai uns imbróglios. Falarei deles noutra altura.
O dia tinha de acabar, não sei se por bem ou por mal mas era um dado mais que adquirido.
Deixei uma família na estação de comboios de Setúbal e como se fosse distraído, o caminho teve de ser pela velha serra, contas e mais contas Arrábida pois claro.
Conhecem a Praia do Casarão? Antes de virarmos para o Portinho?
Louca! É casarão mas tanto este como a própria praia são de um tamanho e tanto, cabem na palma da mão lol, mas tem o seu cheiro lol.
Falei com o meu amigo verde, Com o casco que podia ser de um barco mas era o da companheira de cordas, olhei para o azul sim porque nas bandas desenhadas o mar é sempre azul, inventei, pensei, amei, lembrei e proclamei este final de dia.
The End lol.
Agora vem ai a festa dos amigos, a da família já passou :-).
Mentalizem-se, e façam um programa depois conversamos e contamos historias hehe.
domingo, dezembro 12
sábado, dezembro 11
15:30
Francisco Claudio
A lembrança esquecida levou-me ao sol
Praia quente que me queima
Meninos buzinavam sorridentes
Adeus aqui estou... E parto
Barco em madeira de fina planta
Corre em águas que bebo e enxuto
Descobertas com especiarias e pozinhos
Charme na pressa que não tenho
De marés todos se refugiam
Aos navegantes algo deixa
Terra ainda à vista, um pouco desarmada
Quando já ninguém me escuta
Corvos depenados de milhas
Migalhas e olhos brutos
Deixam-me em mais uma lembrança esquecida...
O calor penetra-se na madeira
Nas cordas de tantas correntes
Os ruídos da abarcada desta madrugada
São presas de tantas tormentas
Passo a vista com sal
Para a proa abraço o imenso
Salto e grito para mil palavras
Se falasse para o mestre
Não me iria lembrar de parar
Continuo, submetendo-me
No trabalho árduo de pirata
Vejo, não vejo o que vejo
Uma risada num instante
Não peço qualquer contacto
Cheguei, pisei algum grão
A falta do acenar cabido
Traz-me a alegria do nu
Do nada e tanta coisa verde
Tanto pasto, flor e cor
É um lugar de canto, um monte
A incerteza do nada certo
Enrola-se no que vejo e estou a sentir
Aqui estou e com bote maior
Até subia
terça-feira, dezembro 7
16:52
Francisco Claudio
Boas gentes do meu mundo...
Bem é sabido que o meu Natal é festejado de maneira diferente, se é que lhe podemos chamar de diferente. Nesta época tomo a necessidade de outros como uma fonte inspiradora para aquela coisa a que chamamos de prendas e como não sou carente de oferta pelo menos em géneros, faço destes o Natal que outros não têm.
Agora tenho algum espaço para armazenar “tralhas”, e este ano irei passar novamente o natal numa instituição de solidariedade social. Casa do Gaiato de Setúbal de seu nome alberga cerca de 100 crianças que não tem sequer para a ceia embora sejam de todos os interessados/solidários, fonte para o esforço que se quer com prazer numa conjuntura berrante e numa época em que todos nós queremos ter algum aconchego...
Bem o texto seria longo para vos dizer algo muito simples.
Tenho espaço para guardar alguns géneros que possam doar a quem mais precisa para que no dia 25 de Dezembro de 2010 estes recebam e com todo o carinho coisas que por vezes para nós só servem para limpar o pó!Alerto para o facto de só aceitar géneros como: roupas, alimentos, livrosect ect e nunca dinheiro e também alerto para o facto de não ter método de transporte para levantar donativos...
Será então e desta que mais uma vez me sentirei e de forma absoluta, realizado em mais um Natal.Aguardo então pela vossa participação e agradeço em nome de quem mais precisa o vosso gesto.
quinta-feira, dezembro 2
16:50
Francisco Claudio
No desencanto do estar, na intenção de querer e desesperar sinto-me... com força.
Já faz tempo em que não postava neste meu espaço e querendo eu fugir do porquê tentarei exprimir-me na mesma, tentarei descrever o que me vai no estreito heheheh
Se cantas
Quiosque na calçada
Rua estreita
Que me encantas
Com difícil frio
Blasfémia que por ai ficas
Largo-te na tardia
Cesta sem fim
Alegro-me, sinto-me
Beijo-me por fim
Nas riscas que desenho
A pele que se torna rugosa
O coração mole
Um lábio rasgado
Sal com pão
Maça sem fermento
Agora entrelaça-se
Com que do belo
Da guerra própria
Novas moradas
Independente
De repente
Instigo
Fico
Luto
Concluindo...
Em luta alegremente :-)
terça-feira, julho 27
17:08
Francisco Claudio
A falta de alimento de que padeces, a cáspite singular que goza a tua pessoa... Não sei... E se dele cantarei!
Brinca se te cresce, se te trás o pomposo, deixa-te estar.
Na gazeta de uma duna, à tarde, ai lua, o ser por não ser, se te dá ou doeu ou elevaste no pensar só teu, as insignificantes parcialidades que só no teu imaginário existem, como vitória ou preocupação.
O cristal parece transparente quando tocado por uma vela mas bem no longe deste reflexo, e que da pirronice se vivem dias que só cabem ao contento de um simples sol.
Não será tento, nem por tentação que o transplante do “Não Desabrida” possa ser fácil, mas em política de ave sozinho não vale.
Lustre em pequeno, ouvia flamencas bisbilhotadas, brincava com a borracha como se não fosse petróleo. Plebeu melhor ingénuo escrevia em carrosséis e que bem dançava!
segunda-feira, julho 12
15:58
Francisco Claudio
"Nem pensar, independentemente do trânsito, eu mantenho sempre a qualidade, nunca digo um mau adeus."
terça-feira, junho 1
quarta-feira, maio 26
16:04
Francisco Claudio
quarta-feira, maio 12
05:37
Francisco Claudio
Vá Lá!
Se para Lá
De mais um Lá
Mais! Pintando um Lá
Cantando, um Lá
Era festa, faço festa por mais um Lá
Quando não quero por fim dizer este Lá!
É o meu aniversário!
lol
Bem isto tem sido uma bicharada e um tanto nauseabundo.
Já tinha dito que é dia 12 de Maio e faço anos? Acho que sim e acho que não!
Hoje saí com a Beatriz Cláudio, para quem a conhece esta manda beijos de bigodes e umas arranhadelas de unhaca afiada nos meus tapetes lol, e para quem não conhece, apresenta-se como a bola de pelo que brinca com moscas até não darem pica e vive comigo há uns tempos! Como se de poucos anos se tratasse!
Enfim foi giro leva-la a dar uma volta pelo quarteirão.
Eu lá andava todo contente porque a Beatriz parece um PitBull mas em porta-chaves que anda assustada na rua e enrola-se nas minhas pernas... enfim...
A estas horas e como não podia deixar de ser, depois de alguma farra estou a ouvir João Afonso (filhos da madrugada cantam - vários músicos) :-), a mensagem sai para tantos e tantos estereótipos, humanos, ovelhas (em tempo do papa) lol, conhecidos e até anónimos.
A ausência da palavra ou do gesto faz-me e só ver-vos à distância e poder com qualquer leitura saber que existem e que em cada buraco de fechadura encontro alguém...
Criam-se "hipopes" by Unas, feriados para rezarmos e reduzir o Tal défice, criam-se programas de televisão com talentos de "Manzarras", guerras difíceis nos tribunais de gente com gravata claro, quartéis de política em guerra com o medíocre, sim mas claro tenho de me lembrar que o Benfica é Campeão e que para a nova temporada teremos o Escudo connosco. Mas não falemos de futebol guardo este tipo de assunto para uma boa mesa de mines...
Pronto percebe-se que até ando no mínimo informado dos telejornais deste Portugal.
De resto e de tudo o resto RVCC?? Conhecem?
Ainda escrevo um livro sem que com isso me prive de estar com novas pessoas que lá vou conhecendo, e com todo o seu interesse, lembrando a importância de algo que noutros Posts também mencionei; "Pessoas", não deixando nunca de me lembrar das minhas outras histórias de anos e anos de vida; até tenho uma representante de um casal que muito gosto e que vive em França lol. Bem são agora 29! Muito feio este número :-).
Mas pronto são sempre bem-vindos, bem como todas as pessoas que me deixam algo, que tão perto e bem como longe se encontram e que continuarei a lembrar de qualquer jeito lol.
Ficai em paz com o mundo, respirai com a certeza que o mesmo suspiro que estragamos poderá ser alimento para tantos que nem com boca vivem.
Have Fun :-)
Beijos e Abraços de águia ao peito :-)
quarta-feira, outubro 7
23:58
Francisco Claudio
sexta-feira, outubro 2
sexta-feira, setembro 25
21:25
Francisco Claudio
Conheceis o apreciar que é e sempre, constante?
Põe-te à prova.
Quieto na tua sétima quinta, beija-me o chão no caminho de um outro encontro.
Este é mais um sinal do quanto te mato, do quanto te bato, este é mais um pássaro na mão que lá vais reclamando aquando do teu apetite feminino, necessidade sei lá.
Lambes o meu tempo na ausência para que te odeie dentro do meu complexo pensamento e na mesma, durante uma presença elogiares, esqueceres, tentares e mal dizeres, de mil desgarradas que pela triste vida preferes encontrar de novo.
Chama que não vê não queima. Feliz ideia!
Parece que tudo tem de ser visto.
Parece que nada quero! A sacerdotisa está em mim!
Para além de tanto e tão pouco escrevo para a efémera Mulher do mundo...
Tudo parece um teste constante onde a força terá de ser inteligente, onde o cansaço só poderá ser moderado com a ausência... agora rompo!
Ora se lembra de novo da sua sabedoria ou necessidade, como de experiencias se recorda e das mesmas vive.
Deverei pensar no proveito que não tenho no paladar, nas palavras de difama que Vos ditam como pessoas, o lembrar que poderá tratar-se de mais um conflito do Vosso esquizóide interior.
A simplicidade poderá para outros tantos, ingressar na singularidade de simplesmente estarmos.
As histórias fazem muitas vezes parte de puras raivas por que possam passar.
Também Vos é difícil esquecer algo de muita parra e fácil mentir para Vós mesmas ao mesmo tempo.
Homens votem: Não ao Teste (é já no Domingo lol).
Mulheres sejam simples, as coisas simples criam praias próprias, nuas de qualquer sentimento de Humano, de qualquer tempo mal gasto.
quarta-feira, setembro 9
15:03
Francisco Claudio
Acordei pensando que neste espaço que partilho convosco existe algo que não é meu.
Depois do exercício matinal de cardio no ginásio, desloquei-me ao rio (Barreiro), para finalmente recuperar o que é meu e na mesma largar o que não é, o que não será e naturalmente o que não quero.
Neste mesmo espaço "virtual", usei palavras como: "amo-te", beijo-te e outras tantas que normalmente escrevemos para alguém.
Pois bem.
Quero com isto reforçar sem dúvida, que aqui faço postagens concretas da minha vida e por vezes, excessivamente explicitas quanto ao meu interior.
Contudo com o passar do tempo e com as experiências por que passo dou por mim convicto de que as pessoas no seu geral, passam simplesmente pela minha vida.
Chego a considerar se as pessoas são como a ganga que uso. Ou não!
Um dia estragam-se, ficam gastas e acabam por sair do nosso roupeiro quiçá para servir outros!
Reitero, e mais nestas alturas, que grande parte destas só existe mesmo para aprendermos algo e descartar, darmos um passo atrás para poder dar dois à frente enfim...
Entretanto a "morada" muda e fica-me e só, a experiencia.
Bem, tudo isto resume-se ao facto e como dizia no início, existem palavras que para mim só fazem sentido num único contexto da minha vida, mas quero pensar que amo o que escrevo e beijo cada pergaminho que construo.
Por isso meus filhos não liguem a intimidades por forma de escrita de outros tempos e muito directamente, mais uma pessoa passou nesta minha vida.
Vou ficar e reflectir que o que escrevi faz parte de um sonho que quero viver.
Que dizem???
E se a vida fosse um sonho???
Os sonhos costumam demorar segundos... Aproveitem.
Figos para Eles e Bananas para Elas.
lol
terça-feira, setembro 1
12:16
Francisco Claudio
Capital... Que tão desgastada pareces ao longe.
Descubro que existe algum perconceito no estar, saber, e outras tantas relíquias, que dou por mim pensando que na vida nem tudo se dá pelo nome de ausência.
Ausência essa de algo que acaba por definir mil e uma atitudes.
Seria hipócrita no meu estado se resumisse tudo ao conformado... Seria absurdo não lembrar em momento algum e em que estado fosse, que a ausência faz parte da forma, do muito, melhor, do tudo e daquilo com que me relaciono e ambiciono pelo tempo que seja.
Este pensamento finge-se com o que demonstro, com o que pratico mas creio contudo, que num minuto diário até o açúcar, o sal, o sol, a chuva me fazem pensar que tudo é pouco, que algo está em falta. Que esse tudo poderia ser mais, poderia ter mais e poderia ser tão simples como comer umas cookies lol.
Exigências de vida ou não, dou comigo a pensar que a ausência pode estar muitas vezes ligada ao perconceito de ter disto ou ter daquilo.
Seria devastador pensar que o velho "Tempo" não cura tudo e na mesma sinto que o medo se alia ao perconceito para que esta conformidade não seja aplicável.
O perconceito do não ter aquele sonho faz-me passar pela vida como se esta fosse traçada por uma só via.
Já diz a Bíblia, que existem duas mas enfim...
Depois existem outras tantas que por lapso talvez, lá vou desenvolvendo na minha mente.
Eu conheço mas muito dentro de mim, uma via. Na passagem por outras estradas vou-me apercebendo que existe uma mais doce e mais simples.
O estado de estar feliz não tem de ser acorrentado aos sonhos e ambições que tenho pela vida mas sim por aquilo que sou.
Calei-me por um momento para concluir que ser alegre torna-me feliz.
Por perconceito ou por ausência algo terei e mais que tudo tenho-me a mim.
Chiça que dor de cabeça este meu ser!!!
Votos, beijos e abraços...
quinta-feira, agosto 27
04:39
Francisco Claudio
Demorou mas aqui estou. Finalmente conheci a Costa Vicentina (nem tudo vi ou descobri... claro, 13 de Agosto 2009 a 20 de Agosto de 2009).
Costa Vicentina - Alentejo (PORT)

Meu bago de terra, sempre imaginei, sonho... Na secura do Verão que tão bem conhecemos procuro encontrar aquilo que nas notícias vejo.
Procuro a boina no cabelo, o tractor a fazer trânsito, uns quantos terrenos baldios e muitos pastos. Muita cortiça e hortaliça. Campos de carvalho e umas quantas vaquinhas a pastar.
Agora junto a ti o mar, um extenso litoral de areias que me dá descanço e me transpota para o infinito do meu ser.
Curioso estou a meio da minha viagem e parece que a minha imagem, embora que tradicional, do Alentejo esta traçada.
Na verdade o que vou encontrando não foge a regra nenhuma do pensamento que guardo desta parte dos pais.
Enfim aqui ficam alguns pensamentos, sentimentos e até lembranças que pousavam na minha ment
..........
Lagos

É sempre bom regressar a locais onde fomos felizes...
Lembro uma noite estar de avental e subir um muro que por sua vez estava situado no último andar daquele edifício e gritar ou tentar pelo menos falar mais alto que os foguetes que eram lançados na altura.
Queria dizer palavras mas esperava uma chapada que me tiraria qualquer inibição no que queria.
Falsos como judas talvez, mas alegre na mesma... Lagos para ti, Lagos para o mundo!
Lembro um moinho
A pele escura com que me tocavas
A parvoíce de outra idade
A maturidade escassa
O prazer no louco adolescente
Lembro com um tudo
Com o nada que tenho
Com o muito que guardo
Aprendi e senti
E a crescer, a mim venho.
........................
Monte Clérigo
Bem cedo,
Fiz-me no escuro.
Charcos pela manhã
Num conto de fadas
Numa Meca à minha frente
Estava por fim a sós.
Era hora...
Tu meu Monte Clérigo,
Terra de outras tantas nobrezas
Lutas no infindável.
Na terra de terroristas
Sangue por mais sangue
Liberdade com solidão
Mais porquês senão
Consentir-me com a tua grandeza.
Nas mãos te vejo
Penso com a alma
Regalo-me com salinas
Um braço de mar
Maravilhas que me param
E na mesma adormeço sonhando
Que quero voltar
Que não quero pensar
Sair, fugir
Sim...
Amar e em ti construir.
..............
Arrifana
Sabeis Vós que na trompeta da maré cantam peixes e outros tantos bichinhos que nadam?Que na trompeta que tocava ao longe se viam chegar coisas novas?
Enfim eu imagino tantas trompetas a tocar, tantos gritos de búzio.
Existe uma placa na Arrifana que diz “Ruínas”! Por momentos pensei que iria entrar em Roma, mas não... “Ruínas” é o nome que dão a um spot situado numa ravina, sim tem umas pequenitas ruínas, mas o que conta mesmo é a miraculosa vista que desbota em tudo o que enxergo.
Nunca tinha visto tanto mar à minha frente, tanta rocha...
Para quem não conhece Arrifana os meus pensamos e para quem conhece obrigado por fazerem de mim mais um que ficou a conhecer este lugar.
Estava eu encastrado naquele lugar...
Especado, colado ao chão.
Com uma branca me deparei
Pensando que muita tinta gastei
Que mundos, vales, aldeias
Que campos, pessoas inventei
Que na descoberta de um qualquer lugar
Um abismo em lugar,
Ternura num espaço...
Encontrei-te.
Não quero largar
Pensar e muito menos, ter de decidir por onde ficar
...................
Dás-me a sensação de casa, abandono em tijolos, lembro, nos teus pequeninos olhos.Regrido-me num passado de lamechas e gritos, de solidão. Noutra história deste-me na mesma o teu frio, um Vinho do Porto a servir de passagem na lua e a ti devo também milagres nem que por visita.
Continuas gelada... Pequena e bonita na mesma.
Mas, irei lembrar-te com cara de Inverno, aldeia vazia, praia sozinha e uns quantos velhinhos, alinhados claro, coçando a cabeça por debaixo da boina.
O velho largo “central” sem chapéus e uns minúsculos autocarros passeando quem visita!
Beijoca ó Zambujeira do Mar.
..................
Mil Fontes

Bem-vindos ao mundo que não parece o de Portugal
Graça desta que nas vitrinas e portas de comércio de rua deparamos com três horários.
Manha, tarde e noite! Engraçado acredito que seja em conformidade com a época festiva mas é tão bom passear na vila de Mil Fontes e ter todo o comércio aberto às 01:00 hrs e atenção os chineses não podiam faltar.
Muito bronze, muita gente, mas claro bem-vindo ao Alentejo! Bem-vindos à Sudwest Discoteca!Estou sentado! Em calçada por cima de um puff!
Isto é o quê?Uma quinta que serve como danceteria assim a modos que escondida, ao ligeiro estilo de “Bom, Mau e Vilão”!
É uma Disco/Bar com muito bom gosto! Muito chillout. Bom ambiente, plantas, embora que muito joviais...
Bonitas.
Fica ai o nome para qualquer descoberta?
Rambóia à antiga! Hoje irei lembrar espaços como o 2001 e Incógnito!
Boa noite minha gente...
Sexy!
Rockalhada na pista e muita anca a escorrer suor.
(Noite dentro)!
Pergunto ao bengaleiro/a...
Como?
Como danço? Onde danço?
Pela bela paleta... Descubro a certa, mais que certa. Perfeita, de tudo conto com tantos verbos tantas viagens engasgando no som de cada meu pensamento, tudo o que lá ia dizendo.
Faz-se silêncio na hora em que te descrevo, mil e uma batidas fazem timbrar aquilo que tanto guardo. E na mesma, dizes palavras com punhos pensando que da razão vives.
Não irás ter. Talvez temerás pensando que cada paço foi mais um erro, mais uma escolha triste enlouquecida de raiva.
Pensarei no felizardo, que por pena minha não poderá entender a forma, a magia. De que forma és feliz. Uma outra qualquer! Confiarei ao mar que tudo devolve à terra as palavras que escrevo na esperança de que percebas...
No fundo sou um miúdo repleto de algo para dar! Será que alguma vez recebi? Acho que sim...
E pronto foi mais ao menos isto que andei por ai a fazer! Ficam a faltar os comentarios a Locais como Porto Covo, Ilha do Pessegueiro, Sagres, Odeceixe, Almograve e Sines.
No fundo desejo que compreendam as palavras, que saibam que estou bem e sempre ansioso por uma notícia, boa claro...
Adorei esta semana de passeio mesmo que com a cabeça ocupada a fazer as minhas coisas, a pensar nas minhas coisas. Acreditem, nunca pensei que fosse tão bom estar sozinho e descobrir lugares simplesmente mágicos. Que nos levam os joelhos ao chão!
Turismo de praia e muito bronze para espalhar perfume na capital lol lol!
Actualiza-te com a Natureza, esta não mente.
Beijos e abraços.
quinta-feira, agosto 13
23:37
Francisco Claudio
Já viram este filme ou leram o livro???
Assim estarei nos proximos dias.
Serão finalmente as minhas férias/2009.
Uma semana... duas... não sei quanto tempo ao certo, mas sei que será sozinho e sem grandes meios.
Será no pensamento e com toda a convicção, que viverei a sentir que existe um Eu que não se guia e não se pode guiar por tudo aquilo que são adereços ou simples dores de cabeça...
Coisas deste e daquele mundo que me tem preenchido a mente, que são minhas no interior e no exterior são de todos nós.
Eu sou Eu e é com este que quero e tenho de estar bem.
Hasta loego!
Jocks**
20:53
Francisco Claudio
Por quantos Caminhos
Forte bruma, vento que me levas e me esganas de saudade e descoberta. Lembro-me do fado com que banhaste o meu ego.
Benta és, estrada que me conduz sem que te peça.
Reclamo um novo e felicito qualquer semente neste tempo. Fala que eu oiço, que me calo na escuridão de te querer mais e mais.
Quero reencontrar aquela face que me falou noite inteira, que não me cobrou nem por um segundo, pois tudo era novo e oriundo de um outro interior qualquer, que naquele momento, habitava no nosso sorriso.
Seria com facilidade que dava com a boca em pedra, seria descalço que caminhava sem que antes conhecesse o caminho.
Falo para ti meu canto de Sol, nota preta aguçada pela intemperada palavra e tantas misturas daquilo que na consciência não quero ter. Não sei de que profissão irei depender mas confio em ti, estrada fora, mais estrada ainda, para concluir que estarei no teu caminho com um braço, um gesto, com vida e mil emoções...
Que o meu caminho pequeno se torne grande, e que o sorriso me rasgue o lábio com que sonho beijar-te.
Mandem noticias, sei lá um coment, uma carta à antiga! Votos de que estejam todos de férias... Sem escola, trabalho, horários e claro com muito calor, muita guita gajos para elas, gajas para eles. Ect ect...
Cala-te boy!
jocks****
Beijos e abraços rapaziada
segunda-feira, agosto 10
domingo, julho 26
18:35
Francisco Claudio
Branca nuvem
Bela, tão natural
Descanso na rede
Canto em horizonte
Mar te tem
Te cuido, te encontro...
Palavra de uma sombra
Ausência derrapante
O tanto azul
Te vejo te sinto...
Beijo-te
Gozo na vista
Perplexa transformação
Jeito amargo
Descartado, em trono
Luz do meu escuro
Saliva do meu verbo
Meu, mais meu
Sopro na saudade...
Desejo de maldade...
Amo-te
segunda-feira, julho 20
09:18
Francisco Claudio
Olá... Olá...
Bem de facto há muito que aqui não postava.
Enfim tenho passado o meu tempo a trabalhar, a amar, a pensar e naturalmente a escrever na alma as mil e uma emoções que me preenchem os dias.
Entre tantas coisas boas que me passaram pela vida nos últimos tempos e sem querer lembrar outras menos boas, confesso que foi o conhecer Madrid a que mais me fascinou...
Alias quem é que não fica fascinado por viajar né!!!
Comecemos pelo inicio. Este ano mais propriamente no dia 12 de Maio algo mudou dentro de mim... Jamais imaginaria que no meu dia de aniversário estaria reservado para mim o voltar a sentir algo por alguém tão forte como outra hora senti.
Na verdade não recebi qualquer prenda de aniversário mas também entendo a vida de uma forma especial e por isso não fico à espera do dia, da época, da data ou do feito para que me façam uma oferenda qualquer. Já basta o gozo que uns tem no Natal quando outros nem Natal sequer têm.
Recebi porem, aquilo com que me sinto realizado. AMOR ai o Amor...
Desde então não tenho passado pelo MyYourMind para vos dar a conhecer o meu Eu ou pelo menos como anda o mesmo.
As emoções/complicações a que me desabituei no ultimo ano e meio e voltaram a aparecer, fizeram com que neste encontro reclamasse e sofocasse tudo aquilo que estava a viver, por forma, a isolar-me um pouco daquela matriz a que vinha assistindo.
Enfim mais para quê!!! Just love... Just live... because i have a dream and i belive.
Oi Buterf...
Naquela manha
Cantei no concreto
Mil letras de felicidade
Com sabedoria matreira
Passado mal-amado
Grito de um cachorro
Lágrima de menina
Corri na Estremadura
Na condução do que sentia e sinto
Contei metros, tanta curiosidade
Reclamei o estar bem
Esbanjei no tempo o verbo
Supliquei, descobri e prometi
Que seria aquilo que queria viver.
Toco ainda hoje nas 4 varas que seguraram as nossas noites.
Vejo ainda agora o nosso aniversário e reconheço que melhor prenda para mim não pode e não existe.
Amo-te Jara
Falemos para o mundo...
Pois bem minha gente é por isto e por tanto que me calei neste espaço meu e Vosso que em dia algum não esqueço.
Madrid!!!
Bem tenho de vos dizer que podem, em Madrid claro, andar cobertos de ouro até à pinha que nesta cidade o “dread” nem sequer olha para ti!!!!
Quero com isto dizer que ali nos sentimos seguros embora a grandeza daquela cidade.
Eu não sei se será por nostalgia ou pela companhia que levo comigo sempre que saio de Portugal, mas confesso que não conheço tristeza sempre que deixo este “Portugal dos Pequeninos”.
A forma como me sinto faz-me lembrar aquelas paixonetas que temos enquanto adolescentes.
Fico boquiaberto com a forma de estar das pessoas sem comparar as vidas em cada pais.
É lindo estar numa praça dentro do Parque do Retiro bem juntinho ao lago onde a felicidade até de amigos meus foi estabelecida, e ver “tribos” de jambés na mão a puxar a brasa à sua sardinha.
Vejamos... Existiam dois grupos completamente distintos de culturas e formas de estar que tinham os seus instrumentos e achei engraçado o mix que por vezes lá se fazia sentir.
Imaginem olhar para um lado e ouvir um som e depois olharem para o outro e ouvirem outro completamente diferente, isto sem mexerem o rabo!!!!
Lindo acreditem, e tudo com instrumentos de percussão, tudo entre pessoas bastante diferentes.
Confesso que também tive alguns ataques de pequenez no verdadeiro sentido da palavra.
Nunca tinha estado num sítio com tanto movimento, com tantas pessoas a correrem para o trabalho, a fazer compras, sentadas nas imensas esplanadas. Nunca tinha visto tantas piscinas, sim porque Madrid embora a sua temperatura avassaladora praia nem vela né. Ficámos acampados no parque de campismo Alpha/Getafe e também tínhamos a nossa piscina mas não foi a melhor ideia que tivemos.
Tive a sorte de por momentos pensar que só em pais de Sócrates é que existe crise... Porque será né!!!
Que fique anotado de que irei voltar a Madrid nem que seja para me sentir onde não me sinto em mais parte alguma.
Contudo já só falta falar de uma “pessoa” que também foi connosco...
O Pequeno Misha!!!
Misha meu querido e fofinho cão.
Tu que nos privaste de algo mais como copos, abanar a anca, museus, monumentos e outros passeios... Só tu.
Porque será??? És lindo...
Todos sabemos que o Buldogue Francês é daqueles cães que tem algumas dificuldades de respiração bem como de suportar temperaturas altas (37º para cima em Madrid), mas tu rapazito de meio tamanho foste a bela companhia que tivemos, o filhote que tanta falta nos faz.
Não irei esquecer as trapalhadas e a baba com que marcaste esta nossa viagem e viverei na ansiedade de te ter noutras tantas viagens por este mundo.
E pronto minha gente, não sei se esperavam outras notícias da minha parte mas neste momento não tenho outras.
Estou bem, feliz com tudo e embora tudo e continuo a torcer pela paz.
Beijos e Abraços.






