terça-feira, janeiro 31
16:53
Francisco Claudio
sexta-feira, janeiro 20
13:44
Francisco Claudio
É devastadora a visão com que te observo neste segundo em mais um processo.
Acaricio-te com o que não precisas, num ato tão egoísta e tão massacrado que por maldade inusitada paro triste ou contente, para assim te encontrar e ouvir.
Caminho em cada manha, nas calçadas de um lugar qualquer que abraço, imaginando qual seria, qual é, o sabor nos lábios enquanto respiro e te alimento.
Em muitos momentos apetece-me espremer-te com a vontade de que te possas expressar na única língua que conheço, com palavras ou com a música tocada por notas com que te cuidas.
Serás tu Coração so porque bates?
No meu casulo mental, do por mim a pensar no invés louco que seria! Devias tu falar e de uma maneira qualquer. Que conseguisses tu agir, em conformidade com o raciocínio mesmo que irracional por vezes, que conseguisses tu bombear a galope com os sentimentos e não com o bombear do sangue que em ti corre.
Neste tempo, sugo o querer estar bem sem que te oiça a trabalhar, admitindo que és mais uma tecla deste meu piano de cauda frágil que me constitui, para com desdenha força conseguir colocar-te no lugar correto, mas, infelizmente, o poder que te foi dado por uma matriz qualquer, não chega para me conduzir e me consolar no pensamento próprio desta estação.
Um olá para ti Coração que na verdade falas em momentos concretos deturpando a inteligência de que necessito…
quarta-feira, janeiro 4
14:19
Francisco Claudio
segunda-feira, dezembro 12
16:25
Francisco Claudio
Estamos às portas de mais um Solstício de Inverno! Se para uma esmagadora classe da bata branca ou ratinhos de laboratório, este festeja-se a 22 de Dezembro, para mim, até entro na brincadeira e simplesmente encacho-o na minha agenda para dia 25 de Dezembro.
Bem mas podíamos ficar um dia inteiro, para aqui a falar desta coisa breca, pelo menos para mim e um tanto esquisitório, cada vez mais forçoso nos cidadãos, o vinte e cinco do presépio, vinte cinco das diarreias ou então, porque não, do consumismo que confesso também gostar se de qualidade de vida se tratar…
Posto isto e para que se situem, NATAL, que se quer em todos os anos, todos os dias, como só mais um dia, para discretamente dar o lugar de vulgar à caridade, e mesmo que de forma indirecta, apelarmos à tua, à minha, e à de todos, Solidariedade que de tanto nos esquecemos.
Por mais um ano, e espero a verificação por muitos mais, faço o peditório daqueles teus géneros, do baú sei lá, do sótão que possas trepar, para neste dia 25 de Dezembro “equiparmos” mais um pouco aqueles que nem banquete digno tem, inclusive, numa instituição de ideologia cristã e a consagração desta bem patente.
Para terminar informo-te meu caro, interessante/do, ou comum dos comuns que estou a proceder à recolha de géneros (roupas (usadas ou não e também para cama), brinquedos, material didáctico/escola, livros, alimentos que se possam ser conservados), para então entregar sem na CASA do GAIATO – Obra de Padre Américo de Setúbal neste 25 de Dezembro 2011. Esta Casa do Gaiato conta actualmente com cerca de oitenta rapazes. Mais informo que qualquer oferta feita em numerário será recusada informando, que para este tipo de donativo ou oferenda a Casa do Gaiato tens mecanismos de “recolha” e de acesso fácil. Esta é uma iniciativa que se vem verificando, á cerca de três anos e é uma iniciativa individual.
NOTE! Para recolha dos géneros a recolher, é necessário ter-se em conta que, por infelicidade não posso contar com a mobilidade que desejaria para algo tão simples de fazer, mas farei os possíveis para corresponder à exigência, e na mesma zelar pela vossa força e atenção para esta iniciativa
Francisco Cláudio para uns Carlitos para o mundo!
912654094
francisco_claudio@hotmail.com (ou faz copy/past para algum esclarecimento)
sábado, novembro 19
segunda-feira, outubro 31
01:28
Francisco Claudio
Olhava as estações!
Por vezes interpretava os acontecimentos, as transformações, como algo que pertencera a um conto que se debruçou numa outra realidade, o verde permanecia, a chuva caía, mas a carne que escondia não era a minha, era sim, a que necessitava para segurar os ossos franzidos de alguma bagagem.
Engraçado! Apetece-me falar do Outono! Das Folhas de Outono!
Enunciado em idade de boneco, observava nas imagens que me apresentavam as mil formas que existem para uma flor, para as folhas que eram mostradas em folhas, e lembro-me de precisar as minhas emoções de miúdo, que estas aquando do seu adeus, se prostravam no chão, reflectindo as suas cores de carta, e isto sim, ainda me enfeitiçava como se aquelas cores fossem o único sentido lógico na existência de algo com o nome de Natureza. Nas quatro passagens onde o tempo nem se fizera sentir, o Outono trazia-me não só o meu fruto preferido como a carência daquele abraço, e claro, o murchar de algum verde. Sem que tempo perdesse travava a luta, de acalmar aquela utopia mental. Os Outonos não são iguais a pensamentos nem a desejos, e na minha acampada, neste esconderijo, mais gelado que as minhas próprias memórias, saio para ainda mais histórias construir.
sábado, junho 25
17:27
Francisco Claudio
O cansaço prende-me no ilusionismo que faço com os miolos mais perversos
A histriónica sensação da ausência culpa-me o tempo e lembra-me a falta de calma tornando a minha passagem, absolutamente federalista e solidária
O conhecimento é laico mas apeteceu-me descobrir, abrace-me o apetite para ainda descobrir, quis saber para sentir, respirar por respirar e desta deixar-me ir sei lá...
Agora descubro, não preciso de falar, basta-me apenas ficar e agarrar qualquer gesto. Beijar o olhar porque na minha precoce especialidade do só querer ser, o olhar não é maléfico mas sim verdadeiro.
terça-feira, abril 5
03:54
Francisco Claudio
segunda-feira, março 7
13:48
Francisco Claudio
"Não creio possuir as habilitações para falar de um tema que envolva a Mulher, quanto mais um que comece e termine nela.
Esta situação decorre da minha experiencia relativamente a este assunto. E essa situação decorre, por sua vez, creio eu... Não, disto tenho a certeza, decorre de uma enorme parcialidade para com a mulher. Talvez ainda diga mais.
A Mulher e todo o universo que a envolve exercem sobre mim o fascínio que me retira a objectividade de análise. Daí o esboço do que seria a construção última deste artigo, e que estava definido, escrito e arrumado, se tornou uma adequada e amarrotada bola de papel, remetendo-a eu ao seu lugar de direito, ou seja, o lixo.
A leveza irónica, polvilhada de um humorismo falhado, com que eu propunha abordar esta temática que aqui debato era não só desprovida de todo e qualquer talento, como também, sendo este o aspecto mais grave, era ofensiva.
Ainda que mais ninguém o considerasse, bastaria a minha pessoa para que, sempre que recordasse ou relesse o artigo, me confrontasse com nada menos do que mediocridade.
Não creio portanto, que estejamos em posição de abordar, nos tempos que correm, um assunto tão importante como a Mulher com a leviandade com que eu ia faze-lo.
O problema é que também não quero imprimir, a esta nova face do que pretendo dizer, a arrogância de uma afirmação prepotente. Por isso principiei para vos comunicar que, antes de especialista que jamais serei, sou um admirador e fascinado incondicional.
Ao invés de muitos homens, o medo do desconhecido que a Mulher me imprime na mente e no corpo não me obriga a rejeita-la ou a inferioriza-la de qualquer modo. Pelo contrario, impele-me a querer descobrir e a penetrar cada vez mais esse desconhecido.
É claro que esta busca não se faz sem efeitos colaterais! Ainda que admire a Mulher como a deusa que a minha faceta agnóstica não me permite admirar em mais nenhum outro panorama, reconheço-lhe as falhas, as da sua humanidade.
No entanto, não me desencanto quando com elas me confronto, pois por cada falha humana que detecto desvendo uma multiplicidade de características divinas que me tornam crente.
Todavia fazer o elogio do divino na Mulher, sem lhe notar falhas, só contribuiria para a macular, criando mais uma divindade despótica e disso está o universo olímpico repleto
Há pois, algo que me atormenta na crescente relevância conquistada pela Mulher, nos vários papéis por si ocupados – e não a própria relevância que alcançou.
Esse fenómeno deixa-me satisfeito e nele deposito sérias esperanças da mudança que considero imprescindível para a divergência dos padrões de humanidade que nos vemos todos a escolher, no rumo que nos vejo tomar dia a dia.
O que me preocupa então?
Preocupa-me ó deusa, ver-te usar dos mesmos mecanismos que aqueles que te subjugaram durante tanto tempo usaram para nos conduzir até aqui, à beira do abismo.
Precisamos de Mulher com poder, do poder das mulheres.
Creio que todos os que procurem sair das trevas da ignorância em que se encontram, compreenderão isto um dia.
Mas o que será fatal para esses e para todos é que a Mulher cometa o pior erro de todos, aquele de que, acredito não podermos recuperar.
Quero uma Mulher que seja a Mulher com poder. Não uma Mulher que pretenda ser um Homem com poder. Será o acabar da Deusa.
E esse é o caminho do fim.
Por enquanto, vou assistindo como espectador e como interveniente, a algumas situações que me perturbam. Mas tenho esperança, só posso ter.
Porque esperança?
De que serve?
Porque a possuo?
Neste mundo tantas vezes negro e sem caminhos, onde a vislumbro?
No grande mistério. Não esse. Não para mim, pelo menos.
A morte como o grande mistério caiu, para ser sucedida, nesse até agora trono maldito, pela vida.
É em como manter o corpo e a mente unidos sem nos despedaçarmos a cada passo dado que reside o grande mistério
E a Mulher, é ela que gera e me dá a vida, permitindo-nos ou condenando-nos a ela.
A Mulher tem a chave em si mesma, encerrada na sua essência, espalhada no seu gesto, a chave da compreensão e da verdade, o caminho do divino.
Urge, portanto, compreender e venerar a deusa."
By Ibero Martins
Vamos lá Mulher! Não se percam em cantigas e festivais de vida, a importância que vos é conferida é única e só atinge o seu auge quando esse mesmo poder é jogado de forma limpa e nítida.
Imaginem-se a tomar qualquer decisão sem antes terem de fazer qualquer tipo curta ao raciocínio próprio e as decisões que na maior parte das vezes tendes que tomar.
Simplesmente amem e abusem daqueles que Vos amam.
sexta-feira, fevereiro 25
06:48
Francisco Claudio
Os bigodes que aguçam a minha pele voltaram para me confrontarem com o "bom filho"!
Os olhos esbugalhados e o miar em tom de "fui aos putos", espreitaram na minha janela pedindo licença para entrar.
E caí!
Beijei!
Babei-me em lágrimas pela tristeza de dias mal dormidos e este reencontro tão alegre.
Estranho...
É com tristeza que te recebo, sem deixar de querer na mesma, deleitar-me na prosa de que amanha poderei voltar a acordar com o teu miar...
Adiante! De volta ao bidé para te deixar beber :-)
Amo-te Be
Amo-te Bea
Amo-te Beatriz
quarta-feira, fevereiro 16
04:20
Francisco Claudio
100 Metros é o comprimento da minha rua mais coisa menos coisa, e sem usar qualquer tipo de lente vislumbra-se uma mancha preta a meio desta como se tivessem a dar sopa a quem não tem agua sequer...
Saliente-se que no meio da Dom Jerónimo esta plantado um batalhão de coiotes, uns castanhos, outros pretos, às cores, às bolinhas e com orelhas em bico ou objectos de prontidão esticados pela calçada do passeio!Bem-vindos à visão, embora que urbana, da vida animal!
O cio instalou-se por estes dias em minha casa e como tal, tenho um bando de coiotes esfomeados, completamente encharcados da chuva, com testas franzidas e a gemer babas de desejo mesmo na minha portinha. Se nuns dias conto 4 noutros conto 5 mas geralmente são 4 lol.Imaginem-se com uma caixa de bolas de berlim com letras gigantes a dizer “come-me toda”... Já tá?
ok...
Agora imaginem um obeso qualquer viciado em doces a olhar para essa mesma caixa... Seria como uma criança a olhar para um saco de gomas rsrsrsrs!
Obesos e coiotes não combinam alias nada tem a ver!
Pois bem por fim podem então imaginar o que é tentar ir passeá-la ou pô-la a fazer dejectos. Como se algo conseguisse ela fazer... Ao mesmo tempo que sai um croquete esta um rolo de carne vermelho bem esticado espreitando à porta.
Porco!
Nada disso, é a verdadeira essência animal embora que urbana.
Que risada!
São gemidos, perseguições de quilómetros, uma ou outra imagem de canil misturada com aquela coisa (realidade), do abandono animal.
Estes coiotes são de tal requinte que até coleiras tem. Em cinco 3 tem ou tinham coleira.
Estou assustado!
Ontem quando saí de casa para o trabalho fui perseguido por um cão desde o Ensaio até ao BG (Bairro Gouveia), portanto só pode ser o Cio do Século para um cão só pelo cheiro me perseguir uns quantos quilómetros
A questão é a seguinte:
O que seria de nós se também tivéssemos de passar por tal estação
Scary Movie
Dicas alguém tem?
Existe algum spray para odores de cio?
Calculo que não mas deve haver sabores hahahahahahaa
Beijos e abraços
Os coiotes andam por ai a espalhar um terror da tusa:-)
sábado, fevereiro 5
04:13
Francisco Claudio
terça-feira, janeiro 11
12:35
Francisco Claudio
quinta-feira, janeiro 6
17:07
Francisco Claudio
domingo, dezembro 26
17:25
Francisco Claudio
E mais um dia 25 de Dezembro esta a acabar...
Diarreias mirabolantes entregam o dócil a muitos com tanto e a tristeza dos que nem pouco tem, sobrando naturalmente a felicidade de hoje ser um dia diferente para todas as raças. Até as ratazanas urbanas tem novos alimentos nos caixotes da cidade.
Mas não é cabisbaixo que concluo mais um Natal.
Rejuvenesci! Conhecem a Rua Lions de Setúbal???
Um clube setubalense com a mística toda da bela bifana ou do formoso prego, penalty?
Traçado sei á lol!
Fica dentro de uma quinta nos arredores de Setúbal, com tons alentejanos a banhar as paredes e e uns quantos pedestais em forma de arco :-). Azul e branco basta.
Casa do Gaiato de Setúbal ora ai está. São 75 rapazes, crianças e graúdos, um Padre, e duas senhoras Senhoras que em pele mais que rugosa, fazem as delícias de quem neste dia gosta de “viajar”.
Em vez de cabrito, bacalhau, borrego, leitão e claro lasanha para tantos outros :-), temos uma tábua com frango assado. Bem, dizem que estamos em crise e o franguinho de galinheiro próprio é do melhor. A cara daquelas crianças a roerem o que já não era ave deixara-me simplesmente alegre.
Estavam mesmo contentes, depois de uma noite num mini-teatro de natal organizado entre os habitantes daquela Villa.
Aos corações quentes e simples, pela lembrança que deixaram em forma de solidariedade um muito obrigado :-).
De volta as gargalhadas e desabafos, foi esplêndido o existir de uma fila indiana para descarregar uma caixa enorme de livros cuja temática era mais infantil e ver a reacção de cada Gaiato com os bonecos escarrapachados nas capas lol, os monólogos e expressões era um tanto ao ponto de contagiar.
Siga vamos ver vacas, porcos, galinhas, vitelos e mais vitelos... na bela Rua dos Lions existem pocilgas debaixo de um laranjal... Deve ser uma peada andar por lá com botins até ao pescoço, com bagos de dejectos de porco como vestígios para o CSI Tuguês lol... Enfim tudo e tanto para engraçar um verdadeiro dia de campo. Uma guitarrada com músicas de natal e lá inventámos um coro celeste junto da lareira da sala de refeições, bem dava um coro para pimbas gritadas, rock de infância e um Padre que colocava a doutrina como nome da única estrada possível hehehehe.
Dois dedos de conversas interessantes com o maioral Padre até que numa criança recém chegada aquela Villa olha para o chão para não ver que a mãe tinha acabado a sua visita e estaria de saída para uma viagem de 3 horas até casa, Odivelas concretamente.
Que queres ser?
Cozinheiro...
Portanto, 10 anos de idade e nem a primária pensava eu, só podia começar a pensar naturalmente... Temos por ai uns imbróglios. Falarei deles noutra altura.
O dia tinha de acabar, não sei se por bem ou por mal mas era um dado mais que adquirido.
Deixei uma família na estação de comboios de Setúbal e como se fosse distraído, o caminho teve de ser pela velha serra, contas e mais contas Arrábida pois claro.
Conhecem a Praia do Casarão? Antes de virarmos para o Portinho?
Louca! É casarão mas tanto este como a própria praia são de um tamanho e tanto, cabem na palma da mão lol, mas tem o seu cheiro lol.
Falei com o meu amigo verde, Com o casco que podia ser de um barco mas era o da companheira de cordas, olhei para o azul sim porque nas bandas desenhadas o mar é sempre azul, inventei, pensei, amei, lembrei e proclamei este final de dia.
The End lol.
Agora vem ai a festa dos amigos, a da família já passou :-).
Mentalizem-se, e façam um programa depois conversamos e contamos historias hehe.
domingo, dezembro 12
sábado, dezembro 11
15:30
Francisco Claudio
A lembrança esquecida levou-me ao sol
Praia quente que me queima
Meninos buzinavam sorridentes
Adeus aqui estou... E parto
Barco em madeira de fina planta
Corre em águas que bebo e enxuto
Descobertas com especiarias e pozinhos
Charme na pressa que não tenho
De marés todos se refugiam
Aos navegantes algo deixa
Terra ainda à vista, um pouco desarmada
Quando já ninguém me escuta
Corvos depenados de milhas
Migalhas e olhos brutos
Deixam-me em mais uma lembrança esquecida...
O calor penetra-se na madeira
Nas cordas de tantas correntes
Os ruídos da abarcada desta madrugada
São presas de tantas tormentas
Passo a vista com sal
Para a proa abraço o imenso
Salto e grito para mil palavras
Se falasse para o mestre
Não me iria lembrar de parar
Continuo, submetendo-me
No trabalho árduo de pirata
Vejo, não vejo o que vejo
Uma risada num instante
Não peço qualquer contacto
Cheguei, pisei algum grão
A falta do acenar cabido
Traz-me a alegria do nu
Do nada e tanta coisa verde
Tanto pasto, flor e cor
É um lugar de canto, um monte
A incerteza do nada certo
Enrola-se no que vejo e estou a sentir
Aqui estou e com bote maior
Até subia
terça-feira, dezembro 7
16:52
Francisco Claudio
Boas gentes do meu mundo...
Bem é sabido que o meu Natal é festejado de maneira diferente, se é que lhe podemos chamar de diferente. Nesta época tomo a necessidade de outros como uma fonte inspiradora para aquela coisa a que chamamos de prendas e como não sou carente de oferta pelo menos em géneros, faço destes o Natal que outros não têm.
Agora tenho algum espaço para armazenar “tralhas”, e este ano irei passar novamente o natal numa instituição de solidariedade social. Casa do Gaiato de Setúbal de seu nome alberga cerca de 100 crianças que não tem sequer para a ceia embora sejam de todos os interessados/solidários, fonte para o esforço que se quer com prazer numa conjuntura berrante e numa época em que todos nós queremos ter algum aconchego...
Bem o texto seria longo para vos dizer algo muito simples.
Tenho espaço para guardar alguns géneros que possam doar a quem mais precisa para que no dia 25 de Dezembro de 2010 estes recebam e com todo o carinho coisas que por vezes para nós só servem para limpar o pó!Alerto para o facto de só aceitar géneros como: roupas, alimentos, livrosect ect e nunca dinheiro e também alerto para o facto de não ter método de transporte para levantar donativos...
Será então e desta que mais uma vez me sentirei e de forma absoluta, realizado em mais um Natal.Aguardo então pela vossa participação e agradeço em nome de quem mais precisa o vosso gesto.
quinta-feira, dezembro 2
16:50
Francisco Claudio
No desencanto do estar, na intenção de querer e desesperar sinto-me... com força.
Já faz tempo em que não postava neste meu espaço e querendo eu fugir do porquê tentarei exprimir-me na mesma, tentarei descrever o que me vai no estreito heheheh
Se cantas
Quiosque na calçada
Rua estreita
Que me encantas
Com difícil frio
Blasfémia que por ai ficas
Largo-te na tardia
Cesta sem fim
Alegro-me, sinto-me
Beijo-me por fim
Nas riscas que desenho
A pele que se torna rugosa
O coração mole
Um lábio rasgado
Sal com pão
Maça sem fermento
Agora entrelaça-se
Com que do belo
Da guerra própria
Novas moradas
Independente
De repente
Instigo
Fico
Luto
Concluindo...
Em luta alegremente :-)
terça-feira, julho 27
17:08
Francisco Claudio
A falta de alimento de que padeces, a cáspite singular que goza a tua pessoa... Não sei... E se dele cantarei!
Brinca se te cresce, se te trás o pomposo, deixa-te estar.
Na gazeta de uma duna, à tarde, ai lua, o ser por não ser, se te dá ou doeu ou elevaste no pensar só teu, as insignificantes parcialidades que só no teu imaginário existem, como vitória ou preocupação.
O cristal parece transparente quando tocado por uma vela mas bem no longe deste reflexo, e que da pirronice se vivem dias que só cabem ao contento de um simples sol.
Não será tento, nem por tentação que o transplante do “Não Desabrida” possa ser fácil, mas em política de ave sozinho não vale.
Lustre em pequeno, ouvia flamencas bisbilhotadas, brincava com a borracha como se não fosse petróleo. Plebeu melhor ingénuo escrevia em carrosséis e que bem dançava!
segunda-feira, julho 12
15:58
Francisco Claudio
"Nem pensar, independentemente do trânsito, eu mantenho sempre a qualidade, nunca digo um mau adeus."
terça-feira, junho 1
quarta-feira, maio 26
16:04
Francisco Claudio
quarta-feira, maio 12
05:37
Francisco Claudio
Vá Lá!
Se para Lá
De mais um Lá
Mais! Pintando um Lá
Cantando, um Lá
Era festa, faço festa por mais um Lá
Quando não quero por fim dizer este Lá!
É o meu aniversário!
lol
Bem isto tem sido uma bicharada e um tanto nauseabundo.
Já tinha dito que é dia 12 de Maio e faço anos? Acho que sim e acho que não!
Hoje saí com a Beatriz Cláudio, para quem a conhece esta manda beijos de bigodes e umas arranhadelas de unhaca afiada nos meus tapetes lol, e para quem não conhece, apresenta-se como a bola de pelo que brinca com moscas até não darem pica e vive comigo há uns tempos! Como se de poucos anos se tratasse!
Enfim foi giro leva-la a dar uma volta pelo quarteirão.
Eu lá andava todo contente porque a Beatriz parece um PitBull mas em porta-chaves que anda assustada na rua e enrola-se nas minhas pernas... enfim...
A estas horas e como não podia deixar de ser, depois de alguma farra estou a ouvir João Afonso (filhos da madrugada cantam - vários músicos) :-), a mensagem sai para tantos e tantos estereótipos, humanos, ovelhas (em tempo do papa) lol, conhecidos e até anónimos.
A ausência da palavra ou do gesto faz-me e só ver-vos à distância e poder com qualquer leitura saber que existem e que em cada buraco de fechadura encontro alguém...
Criam-se "hipopes" by Unas, feriados para rezarmos e reduzir o Tal défice, criam-se programas de televisão com talentos de "Manzarras", guerras difíceis nos tribunais de gente com gravata claro, quartéis de política em guerra com o medíocre, sim mas claro tenho de me lembrar que o Benfica é Campeão e que para a nova temporada teremos o Escudo connosco. Mas não falemos de futebol guardo este tipo de assunto para uma boa mesa de mines...
Pronto percebe-se que até ando no mínimo informado dos telejornais deste Portugal.
De resto e de tudo o resto RVCC?? Conhecem?
Ainda escrevo um livro sem que com isso me prive de estar com novas pessoas que lá vou conhecendo, e com todo o seu interesse, lembrando a importância de algo que noutros Posts também mencionei; "Pessoas", não deixando nunca de me lembrar das minhas outras histórias de anos e anos de vida; até tenho uma representante de um casal que muito gosto e que vive em França lol. Bem são agora 29! Muito feio este número :-).
Mas pronto são sempre bem-vindos, bem como todas as pessoas que me deixam algo, que tão perto e bem como longe se encontram e que continuarei a lembrar de qualquer jeito lol.
Ficai em paz com o mundo, respirai com a certeza que o mesmo suspiro que estragamos poderá ser alimento para tantos que nem com boca vivem.
Have Fun :-)
Beijos e Abraços de águia ao peito :-)






