quarta-feira, setembro 5
22:50
Francisco Claudio
sexta-feira, agosto 17
19:55
Francisco Claudio
quarta-feira, julho 18
16:52
Francisco Claudio
"O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio..."
CAMPOS, Álvaro, (Heterónimo de Fernando Pessoa)
segunda-feira, maio 14
segunda-feira, maio 7
21:07
Francisco Claudio
domingo, maio 6
sábado, maio 5
19:18
Francisco Claudio
Posters, t-shirts, referências em filmes e séries de animação. A imagem de O Grito, de Edvard Munch, está em todo o lado.
O que é que O Grito tem? "Fala por toda a gente, já todos nos sentimos sozinhos e desesperados em algum momento da nossa vida", disse à BBC David Jackson. Segundo este professor de História da Arte Escandinava da Universidade de Leeds, "o impulso de olhar para as coisas que nos incomodam é parte fundamental da condição humana".
Com um ar desesperado, de boca aberta em esgar e as mãos na cabeça, numa ponte com duas pessoas ao fundo, e um horizonte com cores garridas, a figura central do quadro transmite uma angústia que tem atravessado décadas, mantendo-se sempre actual. À época da realização da obra, Munch estaria a retratar o seu próprio estado de espírito, que, como escreveu Jonathan Jones, crítico de arte do britânico The Guardian, vivia infeliz e alienado do mundo por não estar a ser reconhecido pelo seu trabalho. Hoje, facilmente qualquer pessoa se pode identificar com esse estado e, por sua vez, com o quadro.
O psicólogo da Universidade de Reading Eugene McSorley compara o efeito com o suscitado por registos de pessoas em sofrimento. "É muito difícil para as pessoas ignorar estas imagens. Não conseguem desviar o olhar", disse à BBC sobre o quadro que deixou de ser apenas o grito de desespero de Munch para se tornar no grito da modernidade.
Petter Olsen, o norueguês que levou o quadro à praça, vai mais longe na definição da obra e fala do "momento terrível em que o homem percebe o seu impacto na natureza e as mudanças irreversíveis que iniciou". Daí a decisão de o vender ao fim de tantos anos. "Sinto que é o momento para oferecer ao resto do mundo uma hipótese de ter e apreciar este incrível trabalho, que é a única versão de O Grito [das quatro existentes] que não está num museu da Noruega", disse o empresário, cujo pai foi amigo e patrono de Munch, tendo adquirido vários quadros ao artista.
"É preciso saber quando é que temos de largar as coisas", disse à televisão norueguesa NPK o empresário, que, com o dinheiro da venda, vai financiar um novo museu, um hotel e um centro de arte na Noruega.
Sobre o actual comprador nada de sabe, existindo rumores de que poderá ter sido adquirido pela família real do Qatar, que no final do ano passado comprou Os jogadores de cartas de Paul Cézanne por 190 milhões de euros.
sexta-feira, maio 4
quinta-feira, maio 3
22:44
Francisco Claudio
terça-feira, janeiro 31
16:53
Francisco Claudio
sexta-feira, janeiro 20
13:44
Francisco Claudio
É devastadora a visão com que te observo neste segundo em mais um processo.
Acaricio-te com o que não precisas, num ato tão egoísta e tão massacrado que por maldade inusitada paro triste ou contente, para assim te encontrar e ouvir.
Caminho em cada manha, nas calçadas de um lugar qualquer que abraço, imaginando qual seria, qual é, o sabor nos lábios enquanto respiro e te alimento.
Em muitos momentos apetece-me espremer-te com a vontade de que te possas expressar na única língua que conheço, com palavras ou com a música tocada por notas com que te cuidas.
Serás tu Coração so porque bates?
No meu casulo mental, do por mim a pensar no invés louco que seria! Devias tu falar e de uma maneira qualquer. Que conseguisses tu agir, em conformidade com o raciocínio mesmo que irracional por vezes, que conseguisses tu bombear a galope com os sentimentos e não com o bombear do sangue que em ti corre.
Neste tempo, sugo o querer estar bem sem que te oiça a trabalhar, admitindo que és mais uma tecla deste meu piano de cauda frágil que me constitui, para com desdenha força conseguir colocar-te no lugar correto, mas, infelizmente, o poder que te foi dado por uma matriz qualquer, não chega para me conduzir e me consolar no pensamento próprio desta estação.
Um olá para ti Coração que na verdade falas em momentos concretos deturpando a inteligência de que necessito…
quarta-feira, janeiro 4
14:19
Francisco Claudio
segunda-feira, dezembro 12
16:25
Francisco Claudio
Estamos às portas de mais um Solstício de Inverno! Se para uma esmagadora classe da bata branca ou ratinhos de laboratório, este festeja-se a 22 de Dezembro, para mim, até entro na brincadeira e simplesmente encacho-o na minha agenda para dia 25 de Dezembro.
Bem mas podíamos ficar um dia inteiro, para aqui a falar desta coisa breca, pelo menos para mim e um tanto esquisitório, cada vez mais forçoso nos cidadãos, o vinte e cinco do presépio, vinte cinco das diarreias ou então, porque não, do consumismo que confesso também gostar se de qualidade de vida se tratar…
Posto isto e para que se situem, NATAL, que se quer em todos os anos, todos os dias, como só mais um dia, para discretamente dar o lugar de vulgar à caridade, e mesmo que de forma indirecta, apelarmos à tua, à minha, e à de todos, Solidariedade que de tanto nos esquecemos.
Por mais um ano, e espero a verificação por muitos mais, faço o peditório daqueles teus géneros, do baú sei lá, do sótão que possas trepar, para neste dia 25 de Dezembro “equiparmos” mais um pouco aqueles que nem banquete digno tem, inclusive, numa instituição de ideologia cristã e a consagração desta bem patente.
Para terminar informo-te meu caro, interessante/do, ou comum dos comuns que estou a proceder à recolha de géneros (roupas (usadas ou não e também para cama), brinquedos, material didáctico/escola, livros, alimentos que se possam ser conservados), para então entregar sem na CASA do GAIATO – Obra de Padre Américo de Setúbal neste 25 de Dezembro 2011. Esta Casa do Gaiato conta actualmente com cerca de oitenta rapazes. Mais informo que qualquer oferta feita em numerário será recusada informando, que para este tipo de donativo ou oferenda a Casa do Gaiato tens mecanismos de “recolha” e de acesso fácil. Esta é uma iniciativa que se vem verificando, á cerca de três anos e é uma iniciativa individual.
NOTE! Para recolha dos géneros a recolher, é necessário ter-se em conta que, por infelicidade não posso contar com a mobilidade que desejaria para algo tão simples de fazer, mas farei os possíveis para corresponder à exigência, e na mesma zelar pela vossa força e atenção para esta iniciativa
Francisco Cláudio para uns Carlitos para o mundo!
912654094
francisco_claudio@hotmail.com (ou faz copy/past para algum esclarecimento)
sábado, novembro 19
segunda-feira, outubro 31
01:28
Francisco Claudio
Olhava as estações!
Por vezes interpretava os acontecimentos, as transformações, como algo que pertencera a um conto que se debruçou numa outra realidade, o verde permanecia, a chuva caía, mas a carne que escondia não era a minha, era sim, a que necessitava para segurar os ossos franzidos de alguma bagagem.
Engraçado! Apetece-me falar do Outono! Das Folhas de Outono!
Enunciado em idade de boneco, observava nas imagens que me apresentavam as mil formas que existem para uma flor, para as folhas que eram mostradas em folhas, e lembro-me de precisar as minhas emoções de miúdo, que estas aquando do seu adeus, se prostravam no chão, reflectindo as suas cores de carta, e isto sim, ainda me enfeitiçava como se aquelas cores fossem o único sentido lógico na existência de algo com o nome de Natureza. Nas quatro passagens onde o tempo nem se fizera sentir, o Outono trazia-me não só o meu fruto preferido como a carência daquele abraço, e claro, o murchar de algum verde. Sem que tempo perdesse travava a luta, de acalmar aquela utopia mental. Os Outonos não são iguais a pensamentos nem a desejos, e na minha acampada, neste esconderijo, mais gelado que as minhas próprias memórias, saio para ainda mais histórias construir.
sábado, junho 25
17:27
Francisco Claudio
O cansaço prende-me no ilusionismo que faço com os miolos mais perversos
A histriónica sensação da ausência culpa-me o tempo e lembra-me a falta de calma tornando a minha passagem, absolutamente federalista e solidária
O conhecimento é laico mas apeteceu-me descobrir, abrace-me o apetite para ainda descobrir, quis saber para sentir, respirar por respirar e desta deixar-me ir sei lá...
Agora descubro, não preciso de falar, basta-me apenas ficar e agarrar qualquer gesto. Beijar o olhar porque na minha precoce especialidade do só querer ser, o olhar não é maléfico mas sim verdadeiro.
terça-feira, abril 5
03:54
Francisco Claudio
segunda-feira, março 7
13:48
Francisco Claudio
"Não creio possuir as habilitações para falar de um tema que envolva a Mulher, quanto mais um que comece e termine nela.
Esta situação decorre da minha experiencia relativamente a este assunto. E essa situação decorre, por sua vez, creio eu... Não, disto tenho a certeza, decorre de uma enorme parcialidade para com a mulher. Talvez ainda diga mais.
A Mulher e todo o universo que a envolve exercem sobre mim o fascínio que me retira a objectividade de análise. Daí o esboço do que seria a construção última deste artigo, e que estava definido, escrito e arrumado, se tornou uma adequada e amarrotada bola de papel, remetendo-a eu ao seu lugar de direito, ou seja, o lixo.
A leveza irónica, polvilhada de um humorismo falhado, com que eu propunha abordar esta temática que aqui debato era não só desprovida de todo e qualquer talento, como também, sendo este o aspecto mais grave, era ofensiva.
Ainda que mais ninguém o considerasse, bastaria a minha pessoa para que, sempre que recordasse ou relesse o artigo, me confrontasse com nada menos do que mediocridade.
Não creio portanto, que estejamos em posição de abordar, nos tempos que correm, um assunto tão importante como a Mulher com a leviandade com que eu ia faze-lo.
O problema é que também não quero imprimir, a esta nova face do que pretendo dizer, a arrogância de uma afirmação prepotente. Por isso principiei para vos comunicar que, antes de especialista que jamais serei, sou um admirador e fascinado incondicional.
Ao invés de muitos homens, o medo do desconhecido que a Mulher me imprime na mente e no corpo não me obriga a rejeita-la ou a inferioriza-la de qualquer modo. Pelo contrario, impele-me a querer descobrir e a penetrar cada vez mais esse desconhecido.
É claro que esta busca não se faz sem efeitos colaterais! Ainda que admire a Mulher como a deusa que a minha faceta agnóstica não me permite admirar em mais nenhum outro panorama, reconheço-lhe as falhas, as da sua humanidade.
No entanto, não me desencanto quando com elas me confronto, pois por cada falha humana que detecto desvendo uma multiplicidade de características divinas que me tornam crente.
Todavia fazer o elogio do divino na Mulher, sem lhe notar falhas, só contribuiria para a macular, criando mais uma divindade despótica e disso está o universo olímpico repleto
Há pois, algo que me atormenta na crescente relevância conquistada pela Mulher, nos vários papéis por si ocupados – e não a própria relevância que alcançou.
Esse fenómeno deixa-me satisfeito e nele deposito sérias esperanças da mudança que considero imprescindível para a divergência dos padrões de humanidade que nos vemos todos a escolher, no rumo que nos vejo tomar dia a dia.
O que me preocupa então?
Preocupa-me ó deusa, ver-te usar dos mesmos mecanismos que aqueles que te subjugaram durante tanto tempo usaram para nos conduzir até aqui, à beira do abismo.
Precisamos de Mulher com poder, do poder das mulheres.
Creio que todos os que procurem sair das trevas da ignorância em que se encontram, compreenderão isto um dia.
Mas o que será fatal para esses e para todos é que a Mulher cometa o pior erro de todos, aquele de que, acredito não podermos recuperar.
Quero uma Mulher que seja a Mulher com poder. Não uma Mulher que pretenda ser um Homem com poder. Será o acabar da Deusa.
E esse é o caminho do fim.
Por enquanto, vou assistindo como espectador e como interveniente, a algumas situações que me perturbam. Mas tenho esperança, só posso ter.
Porque esperança?
De que serve?
Porque a possuo?
Neste mundo tantas vezes negro e sem caminhos, onde a vislumbro?
No grande mistério. Não esse. Não para mim, pelo menos.
A morte como o grande mistério caiu, para ser sucedida, nesse até agora trono maldito, pela vida.
É em como manter o corpo e a mente unidos sem nos despedaçarmos a cada passo dado que reside o grande mistério
E a Mulher, é ela que gera e me dá a vida, permitindo-nos ou condenando-nos a ela.
A Mulher tem a chave em si mesma, encerrada na sua essência, espalhada no seu gesto, a chave da compreensão e da verdade, o caminho do divino.
Urge, portanto, compreender e venerar a deusa."
By Ibero Martins
Vamos lá Mulher! Não se percam em cantigas e festivais de vida, a importância que vos é conferida é única e só atinge o seu auge quando esse mesmo poder é jogado de forma limpa e nítida.
Imaginem-se a tomar qualquer decisão sem antes terem de fazer qualquer tipo curta ao raciocínio próprio e as decisões que na maior parte das vezes tendes que tomar.
Simplesmente amem e abusem daqueles que Vos amam.
sexta-feira, fevereiro 25
06:48
Francisco Claudio
Os bigodes que aguçam a minha pele voltaram para me confrontarem com o "bom filho"!
Os olhos esbugalhados e o miar em tom de "fui aos putos", espreitaram na minha janela pedindo licença para entrar.
E caí!
Beijei!
Babei-me em lágrimas pela tristeza de dias mal dormidos e este reencontro tão alegre.
Estranho...
É com tristeza que te recebo, sem deixar de querer na mesma, deleitar-me na prosa de que amanha poderei voltar a acordar com o teu miar...
Adiante! De volta ao bidé para te deixar beber :-)
Amo-te Be
Amo-te Bea
Amo-te Beatriz
quarta-feira, fevereiro 16
04:20
Francisco Claudio
100 Metros é o comprimento da minha rua mais coisa menos coisa, e sem usar qualquer tipo de lente vislumbra-se uma mancha preta a meio desta como se tivessem a dar sopa a quem não tem agua sequer...
Saliente-se que no meio da Dom Jerónimo esta plantado um batalhão de coiotes, uns castanhos, outros pretos, às cores, às bolinhas e com orelhas em bico ou objectos de prontidão esticados pela calçada do passeio!Bem-vindos à visão, embora que urbana, da vida animal!
O cio instalou-se por estes dias em minha casa e como tal, tenho um bando de coiotes esfomeados, completamente encharcados da chuva, com testas franzidas e a gemer babas de desejo mesmo na minha portinha. Se nuns dias conto 4 noutros conto 5 mas geralmente são 4 lol.Imaginem-se com uma caixa de bolas de berlim com letras gigantes a dizer “come-me toda”... Já tá?
ok...
Agora imaginem um obeso qualquer viciado em doces a olhar para essa mesma caixa... Seria como uma criança a olhar para um saco de gomas rsrsrsrs!
Obesos e coiotes não combinam alias nada tem a ver!
Pois bem por fim podem então imaginar o que é tentar ir passeá-la ou pô-la a fazer dejectos. Como se algo conseguisse ela fazer... Ao mesmo tempo que sai um croquete esta um rolo de carne vermelho bem esticado espreitando à porta.
Porco!
Nada disso, é a verdadeira essência animal embora que urbana.
Que risada!
São gemidos, perseguições de quilómetros, uma ou outra imagem de canil misturada com aquela coisa (realidade), do abandono animal.
Estes coiotes são de tal requinte que até coleiras tem. Em cinco 3 tem ou tinham coleira.
Estou assustado!
Ontem quando saí de casa para o trabalho fui perseguido por um cão desde o Ensaio até ao BG (Bairro Gouveia), portanto só pode ser o Cio do Século para um cão só pelo cheiro me perseguir uns quantos quilómetros
A questão é a seguinte:
O que seria de nós se também tivéssemos de passar por tal estação
Scary Movie
Dicas alguém tem?
Existe algum spray para odores de cio?
Calculo que não mas deve haver sabores hahahahahahaa
Beijos e abraços
Os coiotes andam por ai a espalhar um terror da tusa:-)
sábado, fevereiro 5
04:13
Francisco Claudio
terça-feira, janeiro 11
12:35
Francisco Claudio
quinta-feira, janeiro 6
17:07
Francisco Claudio




